terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ninguém merece!



Depois de eu ter baixado os braços e ter admitido, perante mim, que tinha desistido de ti, que nunca mais iria correr atrás ou preocupar-me contigo algo me fez voltar atrás com a minha palavra... e raras são as vezes em que o faço!
 Só mesmo tu para me fazeres tomar estas decisões, para me pores inconstante, sem saber o que fazer... E eu sinto nojo de mim por ser tão fraca e por sentir que sou uma "marioneta" nas tuas mãos. E digo "marioneta" não porque comandes totalmente as minhas atitudes (NUNCA o irás fazer!) mas porque sinto que basta estenderes as tuas mãos para eu mudar o meu discurso e as promessas que fiz a mim mesma! 
Eu, na minha essência, não sou assim! Eu não gosto de mudar o meu discurso, gosto de ser constante e coerente... mesmo quando é só comigo. E detesto promessas quebradas! E tu fazes-me quebrar as promessas que eu faço a mim mesma. E eu sinto vergonha, sinto revolta, sinto fraqueza... Há dias em que me sinto vazia e a culpa é toda tua! 
Tu não tens esse direito! Ninguém merece! 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Pensa antes de falar



Às vezes deparo-me com situações tão tristes, com pessoas que se demonstram tão vazias, tão fúteis, tão "sem conteúdo", tão fracas. E são-no tanto que acabam por se sentir felizes ao fazer os outros sentir-se mal. Mas o que é que se passa na cabeça das pessoas? 
Se ao menos essas pessoas soubessem o quanto as palavras podem magoar... mas não o sabem! Se calhar, porque nunca o sentiram! Será que sabem o quanto magoa ouvir alguém chamar-nos de gordos, feios? Será que sabem o quanto dói dizerem-nos que não somos suficientemente bons ou que não servimos para isto ou aquilo? E tudo isto porque esta sociedade vive a "rotular" as pessoas. 
E depois vemos pessoas que sofrem de anorexia, pessoas que se cortam diariamente para tentar esquecer a dor interior que sentem, para tentar aliviar o sofrimento até que isso deixa de ser o suficiente e acabam por pensar em suicídio
Eu pergunto-me: como se sentirá uma pessoa que causa a morte de outra? Como se sentirá uma pessoa ao saber que a rapariga ou o rapaz que tantas vezes insultou, massacrou, deitou abaixo acabou por se matar? Irá sentir que o seu "trabalho" teve efeito? Ou irá pensar apenas que é uma pessoa horrível e acabar por passar o resto da sua mísera vida a saber que causou a morte de uma pessoa? Que, com "pequenas" ações, destruiu a vida de alguém?
Eu não imagino como será estar na pele de alguém que se sente tão mal consigo mesma que chega a pensar numa atitude dessas para pôr fim a uma grande dor, pondo fim à sua vida também. 
Pensem!

What Are Words


«Anywhere you are, I am near
Anywhere you go, I'll be there
Anytime you whisper my name, you'll see
How every single promise I keep
Cause what kind of guy would I be
If I was to leave when you need me most

What are words
If you really don't mean them
When you say them
What are words
If they're only for good times
Then they don't
When it's love
Yeah, you say them out loud
Those words, They never go away
They live on, even when we're gone

And I know an angel was sent
just for me
And I know I'm meant
to be where I am
And I'm gonna be
Standing right beside her tonight
And I'm gonna be by your side
I would never leave when she needs me most

What are words
If you really don't mean them
When you say them
What are words
If they're only for good times
Then they don't
When it's love
Yeah, you say them out loud
Those words, They never go away
They live on, even when we're gone

Anywhere you are, I am near
Anywhere you go, I'll be there
And I'm gonna be here forever more
Every single promise I keep
Cause what kind of guy would I be
If I was to leave when you need me most

I'm forever keeping my angel close»
(Adoro esta música! É calma e transmite uma mensagem bastante importante para mim... Quando dizemos algo devemos fazê-lo com significado. Não dizer nada da "boca para fora" pois se o fizermos podemos estar a magoar alguém.) 

sábado, 5 de janeiro de 2013

És tu, mais uma vez...



Depois de tanto te ter criticado e de tanto ter dito que és um cobarde, apercebi-me de que isso não me leva a lado nenhum.
Percebi que não te posso apontar o dedo uma vez que, realmente, há coisas que não somos nós que escolhemos como são ou como vão ser.
É claro que custa, é claro que continua a magoar-me e que continuo a achar que foste cobarde ao ter deixado, de um dia para o outro, a nossa amizade de lado... mas que posso eu fazer para mudar isso? Nada! Porque o que lá vai, lá vai e quem quis que assim fosse foste tu e não eu.
Continuo de braços (e coração) abertos para ti e eu acho que tu sabes disso! E vou esperar, vou deixar as coisas andar e ver como acabam. Não vale a pena forçar nada e acho que estarmos bem um com o outro, sem ressentimentos maiores, é o melhor a fazer.
Um dia, pode ser que as coisas melhorem e voltem a ser como dantes. É difícil virem a ser iguais, eu sei... mas parecidas ou ainda melhores, quem sabe.
Vou-me deixar estar, vou continuar a sorrir todos os dias e vou continuar com a minha força habitual.
E um dia isto vai acabar por passar, eu sei que sim.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Este Mundo

Estou cansada! Não me sinto cansada fisicamente nem mentalmente ou cansada por não conseguir descansar... Sinto-me cansada deste mundo, desta realidade que me rodeia!
Cada vez mais sinto que há certas coisas que me irritam profundamente, que me tiram do sério, que não deveriam sequer existir...
Sinto-me cansada das pessoas, das mentalidades, das maneiras de ser... Somos todos diferentes, é verdade! Mas se o sabemos porque continuamos a apontar o dedo a este ou àquele que pensa, age ou é diferente? Porque temos de continuar a querer que todas as pessoas sejam como a ou b? Porque é que ainda se discrimina pelos mais pequenos detalhes?
As pessoas continuam a fazer-se passar por alguém que se preocupa connosco para encontrar motivos para nos "destruir", para nos derrubar e para tentar achar por onde nos "gozar".
Eu preciso urgentemente que este Mundo de injustiças e pessoas falsas mude, deixe de existir! Porque aquilo que está a apodrecer este Mundo são as pessoas. Todos os grandes problemas que vivemos são causados por pessoas: pessoas que querem satisfazer a seus apetites sem pensar nos outros; pessoas que deixam para trás todos os valores morais e se tornam em "monstros" que passam por cima de tudo e de todos para atingir um fim, os seus fins, para proveito próprio!
E eu sinto-me cansada de tanta futilidade, de tanta miséria, de tanta falta de valores por parte destas pessoas. Isto tem de mudar, tem mesmo de mudar!
Mas costuma dizer-se: Ano Novo, Vida Nova! - e eu espero que assim seja!

(talvez este texto esteja um pouco sem nexo mas tentei exprimir aquilo que tenho sentido)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Factos


Como será possível que mesmo depois de uma pessoa nos fazer sofrer tanto continuemos a lutar por ela?
Como será possível que continuemos a chamar de amigos àquelas pessoas que tanto nos julgam, que tanto nos criticam, que tanto falam mal de nós? E que, apesar de o sabermos, continuemos a fechar os olhos a isso?
Como será possível darmos tanto de nós por e para uma pessoa que nunca deu nada por nós? Que nunca nos deu nada?
Como será possível que aquilo que consideramos passado, que dizemos com toda a convicção que “já passou”, que “já não é nada”, nos continue a afectar de uma forma tão forte, tão dolorosa?
Porque é que temos de nos recordar daquilo que só nos queremos esquecer?
Talvez já tenham reparado, tal como eu, que aquilo que mais desejamos que saia da nossa mente é aquilo que mais custa a sair e que mais vezes nos vem à memória… 




terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Espero que aprendas


E chegaste tu, com a tua paz de alma, com a tua felicidade característica, com a tua maneira tão própria de ver o que te rodeia, com o teu jeito maravilhoso que cativa qualquer pessoa.
 E lá chegaste tu: derreteste o gelo que outrora rodeara o meu peito mas… e depois? Aproveitaste? Ou simplesmente não lutaste por mim? É mais que óbvio que seguiste a segunda opção!
O teu interesse desvaneceu e lá foste tu; lá encontraste outra pessoa que te satisfizesse os “apetites”, que te ouvisse e que levasse com o teu lado mais “chato”.
Sabes o que é mais engraçado? O facto de eu não me ter apercebido de nada disto estar a acontecer. Já ouvi dizer muitas vezes que “As pessoas só dão valor quando perdem!” e talvez tenha sido isso. E, nesse caso, a culpa é minha por não ter percebido as coisas quando devia, a tempo.
Mas queres saber mais uma coisa? Se tu fosses meu amigo, não tinhas desistido de mim por uma ou outra atitude minha! E já nem falo no facto de ficares à minha espera, de gostares de mim da mesma forma que eu gosto de ti: falo em AMIZADE! Sim, aquela “coisa” que, normalmente, as pessoas constroem quando gostam e confiam uma na outra: e eu gostava e confiava cegamente em ti! Eu PENSAVA (já não penso, se queres que te diga) que nós eramos amigos!
Desiludiste-me, é só isso. E tenho pena que tenha sido assim. Mas não te perdoo aquilo que me tens feito sentir.
O tempo que eu tentei resguardar-me das pessoas: não gostar de ninguém para não me magoar… e no fim? No fim, apareceste tu, levaste-me a gostar de ti e não ficaste, não cuidaste, não quiseste sequer saber se eu estou bem! Prometeste-me que tudo iria ser igual… mas onde está isso? NÃO ESTÁ! Quebraste “promessas” que fizeste: a mim e a outras pessoas que se preocupam comigo!
Afinal, que pessoa és tu? Quem és tu? O que fizeste com a pessoa que eu conheci e que fez com que voltasse a apaixonar-me? O que se está a passar contigo? Já não te compreendo. Já não te reconheço!
 Para mim é fácil de perceber: nada mais há a fazer por nós. E, se tiveres de ser meu, serás. Porque, ainda hoje, me disseram: “O que tiver de ser teu, às tuas mãos irá parar”. Só não sei se, na altura em que te aperceberes disso, vou estar disposta a querer-te, a entregar-me a quem tão mal me fez, a quem tão mal me tem feito.