Estou cansada! Não me sinto cansada fisicamente nem mentalmente ou cansada por não conseguir descansar... Sinto-me cansada deste mundo, desta realidade que me rodeia!
Cada vez mais sinto que há certas coisas que me irritam profundamente, que me tiram do sério, que não deveriam sequer existir...
Sinto-me cansada das pessoas, das mentalidades, das maneiras de ser... Somos todos diferentes, é verdade! Mas se o sabemos porque continuamos a apontar o dedo a este ou àquele que pensa, age ou é diferente? Porque temos de continuar a querer que todas as pessoas sejam como a ou b? Porque é que ainda se discrimina pelos mais pequenos detalhes?
As pessoas continuam a fazer-se passar por alguém que se preocupa connosco para encontrar motivos para nos "destruir", para nos derrubar e para tentar achar por onde nos "gozar".
Eu preciso urgentemente que este Mundo de injustiças e pessoas falsas mude, deixe de existir! Porque aquilo que está a apodrecer este Mundo são as pessoas. Todos os grandes problemas que vivemos são causados por pessoas: pessoas que querem satisfazer a seus apetites sem pensar nos outros; pessoas que deixam para trás todos os valores morais e se tornam em "monstros" que passam por cima de tudo e de todos para atingir um fim, os seus fins, para proveito próprio!
E eu sinto-me cansada de tanta futilidade, de tanta miséria, de tanta falta de valores por parte destas pessoas. Isto tem de mudar, tem mesmo de mudar!
Mas costuma dizer-se: Ano Novo, Vida Nova! - e eu espero que assim seja!
(talvez este texto esteja um pouco sem nexo mas tentei exprimir aquilo que tenho sentido)
sábado, 29 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Factos
Como será possível que mesmo depois de uma pessoa nos fazer
sofrer tanto continuemos a lutar por ela?
Como será possível que continuemos a chamar de amigos
àquelas pessoas que tanto nos julgam, que tanto nos criticam, que tanto falam
mal de nós? E que, apesar de o sabermos, continuemos a fechar os olhos a isso?
Como será possível darmos tanto de nós por e para uma pessoa
que nunca deu nada por nós? Que nunca nos deu nada?
Como será possível que aquilo que consideramos passado, que
dizemos com toda a convicção que “já passou”, que “já não é nada”, nos continue
a afectar de uma forma tão forte, tão dolorosa?
Porque é que temos de nos recordar daquilo que só nos
queremos esquecer?
Talvez já tenham reparado, tal como eu, que aquilo que mais
desejamos que saia da nossa mente é aquilo que mais custa a sair e que mais
vezes nos vem à memória…
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Espero que aprendas
E chegaste tu, com a tua paz de alma, com a tua felicidade
característica, com a tua maneira tão própria de ver o que te rodeia, com o teu
jeito maravilhoso que cativa qualquer pessoa.
E lá chegaste tu:
derreteste o gelo que outrora rodeara o meu peito mas… e depois? Aproveitaste?
Ou simplesmente não lutaste por mim? É mais que óbvio que seguiste a segunda
opção!
O teu interesse desvaneceu e lá foste tu; lá encontraste
outra pessoa que te satisfizesse os “apetites”, que te ouvisse e que levasse
com o teu lado mais “chato”.
Sabes o que é mais engraçado? O facto de eu não me ter
apercebido de nada disto estar a acontecer. Já ouvi dizer muitas vezes que “As
pessoas só dão valor quando perdem!” e talvez tenha sido isso. E, nesse caso, a
culpa é minha por não ter percebido as coisas quando devia, a tempo.
Mas queres saber mais uma coisa? Se tu fosses meu amigo, não
tinhas desistido de mim por uma ou outra atitude minha! E já nem falo no facto
de ficares à minha espera, de gostares de mim da mesma forma que eu gosto de
ti: falo em AMIZADE! Sim, aquela “coisa” que, normalmente, as pessoas constroem
quando gostam e confiam uma na outra: e eu gostava e confiava cegamente em ti!
Eu PENSAVA (já não penso, se queres que te diga) que nós eramos amigos!
Desiludiste-me, é só isso. E tenho pena que tenha sido
assim. Mas não te perdoo aquilo que me tens feito sentir.
O tempo que eu tentei resguardar-me das pessoas: não gostar
de ninguém para não me magoar… e no fim? No fim, apareceste tu, levaste-me a
gostar de ti e não ficaste, não cuidaste, não quiseste sequer saber se eu estou
bem! Prometeste-me que tudo iria ser igual… mas onde está isso? NÃO ESTÁ!
Quebraste “promessas” que fizeste: a mim e a outras pessoas que se preocupam
comigo!
Afinal, que pessoa és tu? Quem és tu? O que fizeste com a
pessoa que eu conheci e que fez com que voltasse a apaixonar-me? O que se está
a passar contigo? Já não te compreendo. Já não te reconheço!
Para mim é fácil de
perceber: nada mais há a fazer por nós. E, se tiveres de ser meu, serás.
Porque, ainda hoje, me disseram: “O que tiver de ser teu, às tuas mãos irá
parar”. Só não sei se, na altura em que te aperceberes disso, vou estar
disposta a querer-te, a entregar-me a quem tão mal me fez, a quem tão mal me
tem feito.
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